O PERDÃO CURA E LIBERTA

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“Quando estiverem orando, se tiverem alguma coisa contra alguém, perdoem-no, para que seu Pai no céu também perdoe seus pecados. Mas, se vocês se recusarem a perdoar, seu Pai no céu não perdoará seus pecados”.   

MARCOS 11.25-26

Prezado Leitor,

As palavras dos dois versículos bíblicos em apreço foram proferidas pelo próprio Senhor Jesus e dirigidas a seus discípulos. Em outra oportunidade, Ele instruiu que devemos perdoar nosso irmão setenta vezes sete, ou seja 490 vezes – isto mesmo: 490 vezes! Você já imaginou perdoar uma mesma pessoa tantas vezes assim? Parece desafiador para não dizer quase impossível ao homem, não é verdade?

Frequentemente, somos ofendidos, agredidos, traídos e, por sua vez, acabamos praticando o mesmo mal às pessoas com quem convivemos. Os motivos que levam o homem a tais práticas são os mais variados possíveis: irritação, inveja, ciúme, egoísmo, baixa autoestima, rivalidade, megalomania, como exemplos. E quando menos esperamos, somos surpreendidos quando um ato negativo é desferido e nos atinge. Isto gera sentimentos nocivos que armazenamos dentro de nós, sem contar com o prejuízo nos relacionamentos, pois os envolvidos se afastam e quebram assim a união e a harmonia anteriormente existente.

O sentimento de mágoa guardado em relação a alguém que nos prejudicou se torna em rancor ao longo do tempo, o que contamina o organismo como uma substância tóxica. Adoecemos (efeito psicossomático), nos tornamos amargos e com semblante triste. Julgamos mais, ficamos mais intransigentes e tendemos a viver isolados por não acreditar mais nem investir em relacionamentos. Enfim, ficamos presos nesse processo deteorativo que se retroalimenta.

Entretanto, existe uma solução, um remédio para este mal que está à sua disposição. Não é necessário ter o sentimento favorável ao perdão nem se valer de alguma fórmula de autoajuda. Você precisa se determinar firmemente a perdoar aqueles que te feriram, independentemente de seus sentimentos e racionalismo. Isto mesmo, escolher a única opção que lhe é facultada é escolher perdoar. O perdão é libertador e curativo – não somente a si próprio como ao outro que te prejudicou. O que Cristo disse há mais de dois mil anos é verdade imutável para nossos dias – perdoar é um dever. Quando exercemos o perdão, Deus também nos perdoa. Decida perdoar sempre, independentemente da situação – você será uma pessoa saudável (tanto física como emocionalmente), bem-humorada e um exemplo para outros que precisam saber e aprender sobre a importância sublime do perdão!

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