HÁ ALGO DE ERRADO COM A “BLACK FRIDAY”?

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“Compre a verdade e não abra mão dela, nem tampouco da sabedoria, da disciplina e do discernimento”.

Provérbios 23.23

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Prezado Leitor,

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Neste ano, a famosa “Black Friday” acontece nos Estados Unidos em 26/11, que é precedida do importante feriado de Ação de Graças no dia 27. Ocorre no meio cristão o entendimento às vezes equivocado sobre certos eventos. Mas hoje quero me ater a este inicialmente mencionado.

Numa tradução direta e simples, “Black Friday” significa sexta-feira preta. A menção da palavra “preta” enseja algo de negativo relacionado a trevas pelos incautos, que desconhecem a origem deste feriado. Ele é sempre muito prestigiado pelos norte-americanos e canadenses, e que acabou se estendendo para outros países. Vamos entender então como iniciou o “Black Friday”.

Durante um período de recessão econômica norte-americana, o segmento varejista amargava prejuízos financeiros ao longo do ano, que eram registrados em seus livros contábeis na cor “vermelha”.

Em função disso, surgiu a ideia dos comerciantes da época de praticar grandes descontos em seus produtos na sexta-feira subsequente ao feriado de Ação de Graças. O resultado foi tão positivo, capaz de reverter o ano de prejuízo em lucro, que é registrado lá na cor “preta”. Sendo assim, criou-se a tradição de perpetuar esta prática uma vez ao ano, sempre às sextas-feiras sexta após o referido feriado e cunhou-se o termo “Black Friday” em alusão aos ganhos positivos auferidos com as vendas naquele dia.

Nos últimos anos, o Brasil “importou” esta tradição (uma dentre outras, infelizmente) com a intenção de pegar carona no “boom” das vendas naquele dia, para maximizar seus resultados de receita financeira. Lamentavelmente, aqui nos deparamos muitas vezes com promoções de “Black Friday” enganosas e falaciosas, que levam os desprevenidos ao consumismo e endividamento.

Ainda atento  a explicação acima da origem da “sexta-feira preta”, constata-se que não há nenhuma significação negativa sob o ponto de vista espiritual. Usei este exemplo para explicar a importância de termos discernimento com todas as coisas. Não aquele que provém do nosso raciocínio lógico, mas do Espírito Santo de Deus que habita no interior do homem – eu e você .  É o discernimento desta fonte divina que a Bíblia Sagrada se refere. O Espírito Santo, através da sabedoria ( o discernimento é um atributo da sabedoria), nos capacita a ter o verdadeiro entendimento e compreensão de tudo o que ocorre em nossas vidas. Mas Ele não se manifesta se não tivermos ciência ou dermos importância da Sua existência – cabe a você decidir ter um relacionamento amigável e íntimo com o Espírito Santo – fonte de vida e sabedoria!

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