SÃO FRANCISCO DE PAULA /RIOZINHO | A Brigada Militar, prendeu quatro suspeitos de envolvimento em um incêndio criminoso ocorrido na madrugada desta sexta-feira (16) em Riozinho, na Região Metropolitana de Porto Alegre. A ação policial se destacou pela longa perseguição que atravessou parte da Região Metropolitana e a Serra Gaúcha, passando por Rolante, Taquara e pela RS-20, até a divisa com São Francisco de Paula — onde a dupla que havia fugido foi finalmente capturada horas depois.
De acordo com a Brigada Militar, equipes em patrulhamento visualizaram um Renault/Sandero de cor cinza, suspeito de ligação com o incêndio criminoso que havia ocorrido recentemente em Riozinho. Ao receber ordem de parada, o motorista não obedeceu e iniciou fuga, motivando um acompanhamento policial pelas estradas da região.
Durante a perseguição, o veículo sofreu duas perfurações nos pneus e acabou imobilizado. No momento em que a polícia tentou abordá-lo, houve um confronto armado entre os ocupantes do carro e os policiais, fazendo com que dois dos suspeitos conseguissem escapar rumo a áreas de mata próximas. Os outros dois foram detidos no local.

Apreensões no veículo
No interior do automóvel, os agentes apreenderam diversos itens que agora fazem parte das investigações, incluindo:
- Simulacros de fuzil e pistola;
- Celulares e documentos pessoais;
- Máquina de cartão — possivelmente utilizada em transações relacionadas à atividade criminosa.
Na delegacia, os dois primeiros detidos confirmaram participação no incêndio criminoso, colaborando com a continuidade das investigações.
Fugitivos localizados em São Francisco de Paula
Apesar das prisões iniciais, dois dos suspeitos conseguiram fugir a pé após o veículo parar. Uma força-tarefa policial manteve diligências ao longo da manhã, contando também com denúncias da comunidade, que indicaram a presença dos homens na localidade da Recosta, em São Francisco de Paula.
Quando a polícia finalmente os localizou, os fugitivos estavam armados e em posse de entorpecentes, o que levou à segunda fase das prisões e à completa captura dos quatro envolvidos no caso.
O crime que motivou toda a operação foi classificado como incêndio criminoso, um ataque deliberado que resultou em danos à propriedade e risco à integridade de pessoas e animais na região de Riozinho. Autoridades ainda não divulgaram detalhes sobre o estabelecimento atingido, a extensão dos prejuízos ou possíveis motivações por trás do fogo — aspectos que seguem sob investigação policial. O imível atacado encontrava-se desabitado no momento.



















